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Babá brasileira é condenada a 10 anos de prisão por morte de mulher de amante e de outro homem nos EUA

Juliana Peres Magalhães disse em depoimento que a ideia do ex-chefe dela era matar a mulher para ficarem juntos. Tom Brenner/AP Uma babá que participou da mor...

Babá brasileira é condenada a 10 anos de prisão por morte de mulher de amante e de outro homem nos EUA
Babá brasileira é condenada a 10 anos de prisão por morte de mulher de amante e de outro homem nos EUA (Foto: Reprodução)

Juliana Peres Magalhães disse em depoimento que a ideia do ex-chefe dela era matar a mulher para ficarem juntos. Tom Brenner/AP Uma babá que participou da morte da mulher de seu amante — que era seu patrão — e de outro homem foi condenada a 10 anos de prisão nesta sexta-feira (13). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A promotoria havia recomendado a libertação imediata de Juliana Peres Magalhães em troca de sua confissão de culpa por homicídio culposo, uma acusação reduzida, no caso da morte de Joseph Ryan, em fevereiro de 2023. Ela confessou ter atirado fatalmente em Ryan enquanto Brendan Banfield esfaqueava sua esposa, Christine, no quarto do casal. A juíza, por sua vez, optou por aplicar a pena máxima possível à brasileira. Veja os vídeos que estão em alta no g1 “Sei que meu remorso não trará paz a vocês”, disse Magalhães às famílias das vítimas. “Me perdi em um relacionamento e deixei meus valores e princípios para trás.” Entenda quem são os envolvidos: Juliana Peres Magalhães, ex-babá brasileira Brendan Banfield, ex-patrão e amante de Juliana Quem são as vítimas assassinadas: Christine Banfield, patroa de Juliana e esposa de Brendan Banfield Joseph Ryan, homem atraído a emboscada por Juliana e Brendan A juíza Penney S. Azcarate, do Tribunal do Circuito de Fairfax, mostrou pouca clemência após a sentença. “Sejamos francos: você não merece nada além de prisão e uma vida de reflexão sobre o que fez à vítima e à sua família. Que isso pese muito em sua alma”, disse a juíza. Magalhães permaneceu em silêncio por meses antes de concordar em cooperar com a promotoria no caso contra Brendan Banfield, que foi condenado por um júri neste mês por homicídio qualificado pelas mortes de sua esposa e de Ryan. A promotoria afirmou que eles mantiveram um caso extraconjugal que durou meses após os assassinatos. Testemunho contra ex-amante Em seu julgamento, Magalhães testemunhou que ela e Banfield, um agente da Receita Federal (IRS), criaram uma conta em nome da esposa dele, uma enfermeira de UTI pediátrica, em uma plataforma de mídia social para pessoas interessadas em fetiches sexuais. Ryan se conectou com a conta e concordou em se encontrar para um encontro sexual envolvendo uma faca. Magalhães disse que ela e Brendan Banfield levaram o filho do casal, de 4 anos, para o porão e, em seguida, entraram no quarto, onde, segundo ela, Brendan Banfield atirou em Ryan e estava esfaqueando a esposa no pescoço. Quando viu Ryan se mexendo, Magalhães disse que disparou o segundo tiro, que o matou.