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Conselho da Paz, de Trump, pressiona Israel a interromper ataques na Faixa de Gaza

Trump comemora acordo de paz para Gaza, mas Israel e Hamas impõem barreiras à proposta O Conselho da Paz, criado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Tr...

Conselho da Paz, de Trump, pressiona Israel a interromper ataques na Faixa de Gaza
Conselho da Paz, de Trump, pressiona Israel a interromper ataques na Faixa de Gaza (Foto: Reprodução)

Trump comemora acordo de paz para Gaza, mas Israel e Hamas impõem barreiras à proposta O Conselho da Paz, criado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu que Israel interrompa os ataques na Faixa de Gaza. O assunto foi tratado em uma reunião realizada nesta segunda-feira (3) com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Na semana passada, Trump anunciou um acordo com o grupo terrorista Hamas para que a facção seja completamente desarmada. A medida abriria caminho para a instalação de um governo técnico na Faixa de Gaza. O Hamas confirmou ter aceitado os termos. Mesmo assim, Israel intensificou os ataques em Gaza nos últimos dias. Segundo autoridades locais, 17 pessoas foram mortas entre a noite de sábado (1º) e o domingo (2). Duas fontes ouvidas pela Associated Press afirmaram que o alto representante do Conselho da Paz para Gaza, Nikolay Mladenov, pressionou Netanyahu a suspender os bombardeios. Mladenov e assessores defendem que Israel interrompa os ataques para viabilizar a implementação do acordo de desarmamento do Hamas. Em nota, o Conselho da Paz informou que Mladenov teve conversas "construtivas e detalhadas" com Netanyahu e integrantes do governo. "O objetivo é claro e não está em questão: o descomissionamento completo das armas na Faixa e a transição de um governo baseado no uso das armas para uma administração civil", afirmou o comunicado. Mulher palestina em meio aos escombros de um local atacado por Israel em 29 de julho de 2026 REUTERS/Dawoud Abu Alkas O acordo com o Hamas faz parte de um cessar-fogo mais amplo alcançado no ano passado e prevê que Israel interrompa as operações militares na Faixa de Gaza. Após a divulgação do acordo, Israel afirmou ter "sérias preocupações de segurança" e disse que compartilhou essas preocupações com os Estados Unidos. A guerra começou em outubro de 2023, quando terroristas do Hamas atacaram o sul de Israel, matando cerca de 1.200 pessoas e fazendo outras 251 como reféns. Desde então, a ofensiva militar israelense em Gaza matou 73.375 pessoas, segundo o Ministério da Saúde de Gaza. Os números não diferenciam civis de combatentes, mas são considerados, em geral, confiáveis pela Organização das Nações Unidas (ONU) e por outras organizações internacionais. LEIA TAMBÉM Banco diz que fechou contas de Trump por suspeita de lavagem de dinheiro Veja o trecho da entrevista em que Milei faz novos ataques a Lula: 'Ele é um ladrão' VÍDEO mostra fazendeira espanhola reencontrando burrinhos após incêndio devastador VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1