Rússia descarta peste pneumônica após morte de pesquisadora e diz que situação está sob controle
Presidente da Rússia, Vladimir Putin, em Moscou em 30 de abril de 2026 Sputnik/Mikhail Metzel/Pool via Reuters As autoridades russas tentaram, nesta segunda-fe...
Presidente da Rússia, Vladimir Putin, em Moscou em 30 de abril de 2026 Sputnik/Mikhail Metzel/Pool via Reuters As autoridades russas tentaram, nesta segunda-feira (5), reduzir a preocupação após a morte de uma funcionária de um instituto especializado no combate à peste na Sibéria. Segundo o governo, exames realizados após o falecimento não detectaram sinais da doença, e a situação está "sob controle". ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Daria Chipilova, de 28 anos, era técnica de laboratório do Instituto de Combate à Peste de Irkutsk. A morte causou preocupação depois que um veículo de comunicação informou que ela poderia ter contraído peste pneumônica após a quebra de um tubo de ensaio. Uma comissão de especialistas, no entanto, concluiu que a causa da morte foi uma "pneumonia de etiologia indeterminada", segundo o governador da região de Irkutsk, Igor Kobzev. A agência sanitária russa Rospotrebnadzor também informou que "não foi detectado nenhum microrganismo relacionado à atividade profissional da jovem em suas amostras biológicas", afirmou Kobzev no Telegram. O governador disse ainda que a situação sanitária na região é "estável" e que nenhum outro funcionário do instituto procurou atendimento médico desde que a morte veio a público. "A situação continua sob nosso controle e sob o controle dos especialistas", afirmou. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que o governo americano analisa "muito seriamente" os relatos sobre o caso na Rússia. "Vamos ajudá-los tanto quanto pudermos", acrescentou. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, por sua vez, pediu aos jornalistas que consultem "os comunicados oficiais da Rospotrebnadzor em vez de boatos e especulações". A peste é uma doença infecciosa causada por bactérias. A forma pneumônica é altamente contagiosa e pode ser fatal se não for tratada rapidamente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1