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Trump diz que voltará a atacar o Irã se Hezbollah não for contido

Irã anuncia fechamento do Estreito de Ormuz O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou neste domingo (21) voltar a atacar o Irã caso Teerã não ...

Trump diz que voltará a atacar o Irã se Hezbollah não for contido
Trump diz que voltará a atacar o Irã se Hezbollah não for contido (Foto: Reprodução)

Irã anuncia fechamento do Estreito de Ormuz O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou neste domingo (21) voltar a atacar o Irã caso Teerã não impeça novos ataques do Hezbollah a Israel. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "O Irã deve impedir imediatamente que seus PROXIES bem pagos no Líbano causem problemas", escreveu Trump em sua rede social Truth Social. "Se não o fizerem, atacaremos o Irã com muita força novamente, assim como fizemos na semana passada, só que com mais força!!!". ➡️ Embora tenha sido criado e atue em território libanês, o grupo terrorista Hezbollah é financiado pelo Irã e faz ataques constantes contra Israel, vizinha do Líbano. O Hezbollah é o alvo dos ataques israelenses ao Líbano. Trump fez a ameaça no mesmo dia em que Estados Unidos e Irã realizam as primeiras conversas após assinarem o acordo para o fim da guerra no Oriente Médio. As negociações ocorrem em Zurique, na Suíça, e participam: O presidente do Parlamento iraniano e chefe das negociações com os EUA, Mohammed Ghalibaf, chega a Zurique, na Suíça, para negociações com os EUA, em 21 de junho de 2026. Hamed Malekpour/ Escritório da presidência do Parlamento iraniano/WANA via Reuters O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance; Jared Kushner, genro de Donald Trump e um dos chefes das negociações com o Irã; O enviado especial de Trump para o Oriente Médio, Steve Witkoff; O chanceler iraniano, Abbas Araqchi; O negociador-chefe e presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, uma das principais figuras do governo iraniano; O governador do Banco Central Abdolnaser Hemmati, informou a TV estatal iraniana; Membros dos governos do Paquistão e do Catar, que mediam as negociações. Vance disse, na abertura das negociações, que os EUA veem um futuro em paz com o Irã e que acredita que os dois países podem seguir "juntos". O vice-presidente do EUA disse ainda que chegou às trativas com um pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, para que os EUA "virem a página para transformar a relação com o Irã". O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, disse esperar avanço nas negociações com as conversas deste domingo. "Espero que os envolvidos nas negociações consigam fazer o processo avançar com sucesso", disse Pezeshkian. O memorando de entendimento assinado nesta semana prevê um prazo de 60 dias para um acordo final focado no programa nuclear iraniano e no levantamento das sanções contra a economia do país. Segundo Berna, as conversas preparatórias começaram hoje. A chancelaria do Irã anunciou para amanhã negociações técnicas entre iranianos e americanos, com a presença de representantes dos países mediadores Catar e Paquistão. Protocolo 'em risco' Irã anuncia fechamento do Estreito de Ormuz O porta-voz da diplomacia iraniana afirmou que o acordo estará "em risco" se suas cláusulas não forem aplicadas rapidamente, referindo-se à situação no Líbano, onde Israel e o Hezbollah se enfrentam. O comando militar central do Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz em resposta a ataques de Israel no sul do Líbano, por considerá-los uma violação do seu acordo com os Estados Unidos. A instituição anunciou que o Estreito "será fechado à passagem de navios" e afirmou que este "primeiro passo é uma resposta ao descumprimento da promessa por parte do inimigo". A nota do comando adverte que, "se a agressão continuar, novas medidas serão planejadas para obrigar o inimigo a cumprir suas obrigações". Já Donald Trump ameaçou aplicar um pedágio no Estreito caso não haja acordo. Via importante para o transporte de petróleo e gás, o Estreito de Ormuz foi bloqueado pelo Irã durante boa parte da guerra, o que abalou os mercados mundiais de energia. Teerã havia concordado em reabri-lo como parte do memorando de entendimento com os Estados Unidos, e o tráfego marítimo foi retomado gradualmente nos últimos dias. Agora no g1